Marca do Planeta TransferFESPA 2026 · São Paulo

IA na Sublimação e DTF

Material da palestra: apresentação para o telão, arquivos e o roteiro de fala de cada slide.

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Versão para celularUma página por tela, passando com o dedo, com os gráficos animados.Abrir

Os 26 slides

Arquivos

Para quem apresenta

Roteiro de falaO que dizer em cada um dos 26 slides
  1. 01
    Capa

    Abertura. Não começar falando da ferramenta. Começar pela frase: a IA errou, e a gente foi testar. É a promessa da palestra inteira.

  2. 02
    Marcelo Rodrigues

    Apresentação pessoal. Quase 40 anos de prática, no Brasil e no exterior. Contar em primeira pessoa como começou e o que viu mudar na sublimação. Os clientes chamam de professor porque é ele quem ajusta a configuração junto com quem compra. As 61 dúvidas que ele escreveu à mão, do jeito que o público pergunta, foram o começo do acervo.

  3. 03
    Planeta Transfer

    A empresa por trás do método. Mais de 35 anos de estrada no Rio de Janeiro, importadora e distribuidora com produção própria. O site do Planeta se apresenta como pioneiro em DTF no Brasil. Não é guru de internet: quem valida aqui produz e entrega todo dia.

  4. 04
    Quem compra

    Prova social. Nota 5,0 no Google e 212 de 217 avaliações com cinco estrelas no site. Repare que o que os clientes elogiam é a mesma coisa que o método entrega: a configuração certa, explicada por quem sabe.

  5. 05
    Uma pergunta para a plateia

    Pedir para levantar a mão: quem já perguntou para alguma dessas sobre impressora, perfil, prensa? Quase todo mundo levanta. Aí vem a frase de baixo.

  6. 06
    O mercado

    Contexto para investidor e para dono de marca. As barras crescem na tela: a impressão digital têxtil vai de 4,80 para 6,86 bilhões de euros até 2028, e o DTF de 2,72 para 3,92 bilhões de dólares até 2030. Mesmo assim, só 7% do tecido estampado no mundo sai em impressão digital: o espaço para crescer é enorme. São projeções das consultorias citadas.

  7. 07
    O descompasso

    Os anéis se completam na tela. Quase metade dos pequenos negócios já usa IA, mas a barreira mais citada pelo MEI é não saber aplicar. Entre as gráficas do mundo, quatro em cada dez nem começaram. A ferramenta chegou antes da orientação.

  8. 08
    O problema

    O erro não é de quem pergunta. É da ferramenta genérica. Ela responde o que a internet mais repetiu, concorda com a premissa errada e fala com a mesma segurança quando erra.

  9. 09
    O tamanho do erro

    Não é impressão de quem usa. O maior estudo público sobre isso, feito por 22 emissoras públicas com a BBC, achou problema sério em 45% das respostas. E, à direita, as barras crescem: no teste da própria OpenAI, o modelo antigo inventou 16% das respostas, e os novos, 33% e 48%. Os modelos ficaram mais capazes e também mais confiantes no erro. Se erra assim em notícia, que tem muita fonte escrita, não há motivo para esperar menos num assunto técnico de nicho. Um estudo de 2025 mostrou que a IA inventa mais justamente onde há pouca pesquisa publicada: 6% num tema muito estudado, até 29% nos pouco estudados. Sublimação é tema pouco estudado.

  10. 10
    No dia a dia

    Perguntar para a plateia quantos já passaram por pelo menos três destes. Cada um tem uma causa que a foto do defeito ajuda a achar, e cada um é pergunta que a IA responde com segurança e muitas vezes errado.

  11. 11
    A prova

    Três casos reais do acervo. Ler só a resposta da IA em voz alta e perguntar quem já ouviu isso. Depois o que o teste mostrou. O perfil de internet e as 24 horas de secagem são os que mais geram retrabalho para quem produz.

  12. 12
    Quando o erro vira preço

    Este é o slide para dono de negócio. Quem precifica pelo número da IA calcula o custo entre 2,5 e 4,5 vezes acima do que o teste chegou. Ressalva obrigatória em voz alta: é o custo de insumos com os preços usados no teste. Mão de obra, manutenção e depreciação ficam fora e mudam de operação para operação.

  13. 13
    Os números da prensa

    Autoridade técnica. Cada fonte publica uma receita diferente, e todas dizem para seguir o fabricante. Para o DTF em algodão 30.1, a IA respondeu 160 a 170 °C por 12 a 20 segundos. O teste do Planeta Transfer fixou 150 a 160 °C por 12 a 15 segundos, ajustando 2 a 5 segundos conforme o lote do filme. A FESPA Brasil lembra que a sublimação pede no mínimo 70% de poliéster.

  14. 14
    O método

    O método tem nome: PTA. Perguntar, Testar, Analisar. A parte que ninguém faz é a do meio: teste controlado, vídeo, microscópio e medição.

  15. 15
    A regra do método

    Pausa. Esta é a decisão de produto mais importante. A resposta nunca é gerada na hora para o cliente. Só sai o que passou pelo teste.

  16. 16
    Como funciona

    O caminho de quem usa. Destacar o passo 4: quando o banco não tem a resposta, a ferramenta diz isso com todas as letras e a dúvida vira teste. Nada de chute.

  17. 17
    O acervo hoje

    Números medidos no banco no dia da geração do arquivo. Remedir antes da palestra. Todas as dúvidas vieram do público, não de uma lista inventada.

  18. 18
    Mostre, não descreva

    Dizer que a peça saiu manchada é vago. A foto mostra o padrão da mancha, e o padrão entrega a causa. Quem pergunta manda foto ou vídeo junto da dúvida.

  19. 19
    Por dentro

    Para quem pensa em tecnologia. O sistema aprende, mas nada vira verdade sem a aprovação do especialista. E o que foi testado e deu errado continua registrado, para ninguém propor a mesma ideia morta daqui a três meses.

  20. 20
    O modelo

    Slide para investidor. Como a IA nunca responde ao público na hora, o custo de IA é um teto fixo, amarrado às horas de uma pessoa. Não cresce com o tráfego. E cada resposta publicada vira ativo permanente: busca no Google, cadastro e venda na loja.

  21. 21
    Para outras marcas

    Para donos de outras marcas. O motor não é da sublimação: é o método. Marca, nicho e especialista ficam num único arquivo de configuração. Trocando esse arquivo, o mesmo sistema roda em outro mercado técnico.

  22. 22
    IA na indústria têxtil

    A IA já está dentro da fábrica, não só no celular de quem cria arte. Na malharia, a Smartex usa câmera no tear e já evitou o descarte de 1 milhão de quilos de tecido. Na cor, a Datacolor lançou em 2026 uma formulação que aprende com as receitas antigas, e um cliente relata ciclo 30% menor. Na confecção, a Febratex 2026 mostrou robô com visão computacional manuseando tecido. Na estamparia, a Mimaki imprimiu na hora, em DTF, arte criada com o Gemini. Os números de ganho são dos próprios fabricantes. Em todas as etapas, a máquina ficou mais esperta, e a pergunta continua sendo: quem confere a resposta?

  23. 23
    A indústria já usa

    No Brasil, a indústria que usa IA mais que dobrou em dois anos: de 16,9% para 41,9% das empresas com 100 ou mais pessoas, segundo o IBGE. O que trava: custo, para quem já usa, e falta de gente qualificada, para quem ainda não usa. No mundo, o mercado de IA na indústria têxtil deve sair de 4 para 68 bilhões de dólares até 2035, e um terço dele está na inspeção de qualidade. É projeção. O recado: comprar a tecnologia não basta, alguém precisa saber conferir o que ela diz.

  24. 24
    O que vem aí

    Cada lançamento recomeça do zero o que já se sabia na prática. O DTF sem pó, a sublimação em algodão e a IA dentro das máquinas chegam com letra miúda, e ninguém escreveu ainda o que funciona na produção. Ao mesmo tempo falta gente qualificada. Informação validada vira treinamento.

  25. 25
    O lema

    Fechamento da ideia. Ler devagar.

  26. 26
    Encerramento com QR code

    Deixar este slide parado durante as perguntas. O QR leva direto ao cadastro. Acesso gratuito.

Pesquisa

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